Junto a ti, longe de ti
Conheço e desconheço
O que me faz olhar
E descobrir em ti
O que de mim nos liga
terça-feira, novembro 23, 2004
sábado, novembro 20, 2004
Wishlist, P. Jam
Wishlist
I wish I was a neutron bomb, for once I could go off,
I wish I was a sacrifice but somehow still lived on,
I wish I was a sentimental ornament you hung on,
The Christmas tree, I wish I was the star that went on top,
I wish I was the evidence, I wish I was the ground,
For 50 million hands up raised and open toward the sky.
I wish I was a sailor with someone who waited for me,
I wish I was as fortunate, as fortunate as me,
I wish I was a messenger and all the news was good,
I wish I was the full moon shining off a Camaro's hood.
I wish I was an alien at home behind the sun,
I wish I was the souvenir you kept your house key on,
I wish I was the pedal brake that you depended on,
I wish I was the verb 'to trust' and never let you down.
I wish I was a radio song, the one that you turned up,
I wish, I wish, I wish, I wish and I guess it carries on.
I wish I was a neutron bomb, for once I could go off,
I wish I was a sacrifice but somehow still lived on,
I wish I was a sentimental ornament you hung on,
The Christmas tree, I wish I was the star that went on top,
I wish I was the evidence, I wish I was the ground,
For 50 million hands up raised and open toward the sky.
I wish I was a sailor with someone who waited for me,
I wish I was as fortunate, as fortunate as me,
I wish I was a messenger and all the news was good,
I wish I was the full moon shining off a Camaro's hood.
I wish I was an alien at home behind the sun,
I wish I was the souvenir you kept your house key on,
I wish I was the pedal brake that you depended on,
I wish I was the verb 'to trust' and never let you down.
I wish I was a radio song, the one that you turned up,
I wish, I wish, I wish, I wish and I guess it carries on.
sexta-feira, novembro 19, 2004
CSI
Esta é a única série que actualmente sigo nas televisões nacionais tradicionais e que me desperta o interesse de voltar a ver o próximo episódio. Vejo porque a medicina e a investigação forense são áreas que me intrigam, o que consequentemente de certa forma me seduzem. E depois os aspectos de importância do mínimo pormenor e dedução lógica são igualmente cativantes.
Muito se tem escrito sobre a série, uma das vertentes normalmente referidas é a profundidade das personagens, mas sinceramente não concordo muito. A informação sobre o back ground das personagens é mínima e a edição bastante rápida e dinâmica não favorecem essa ideia.
O bom do CSI é exactamente o acompanhamento dos casos e o raciocínio a eles inerentes aliados a uma vertente científica. Aliás, esta série é uma espécie de Mega Ciência para mais crescidos. Outro ponto de vista positivo é que vamos ficando com umas luzes de como não cometer certos crimes.
Muito se tem escrito sobre a série, uma das vertentes normalmente referidas é a profundidade das personagens, mas sinceramente não concordo muito. A informação sobre o back ground das personagens é mínima e a edição bastante rápida e dinâmica não favorecem essa ideia.
O bom do CSI é exactamente o acompanhamento dos casos e o raciocínio a eles inerentes aliados a uma vertente científica. Aliás, esta série é uma espécie de Mega Ciência para mais crescidos. Outro ponto de vista positivo é que vamos ficando com umas luzes de como não cometer certos crimes.
Branca de Neve?
Pois é, há pouco tempo fiz vários testes destes que se encontram na blogosfera e segundo dois deles eu tenho personalidade de Branca de Neve. Querem lá ver?
I am Princess Snow White!
Which Disney Princess Would You Be?
I am Snow White
Which Fables character are you?
I am Princess Snow White!
Which Disney Princess Would You Be?
I am Snow White
Which Fables character are you?
quarta-feira, novembro 17, 2004
De intimidade
Li algures numa revista uma constatação, que passe o pleonasmo, já tinha constatado há muito tempo. Para a maioria das pessoas a noção de intimidade tem única e exclusivamente uma vertente sexual. Ou seja, para essas pessoas ser íntimo de alguém é somente ter relações sexuais com essa pessoa.
Já eu e uma minoria não nos revemos neste noção demasiado reduzida da palavra. Ter intimidade com alguém é ter a confiança e o à vontade para confidenciar os nossos pensamentos, os nossos desejos, os nossos complexos e fraquezas com alguém que sabemos que nos vai ouvir. Alguém que nos poderá ou não aconselhar, mas que sobretudo não irá emitir juízos de opinião levianamente. E estabelecer esta relação e nível de intimidade é sim um desafio e uma das mais gratificantes aventuras de conhecimento humano. É ao desenvolver esta intimidade que crescemos.
Por isso há tantas relações que não vingam. As pessoas preocupam-se mais em ter uma intimidade física do que em estabelecer relações de verdadeira intimidade. Já ninguém tem amigos íntimos (que até são platónicos), tem amigos coloridos.
E já tentaram fazer alguém compreender esta grande subtileza? Às vezes é muito complicado. Mas ainda bem que não sou a única a pensar deste modo.
Louras à Força
Louras à Força é mais uma demonstração do potencial dos irmãos Wayans como comediantes de pois de filmes como Scary Movie e O quinteto da Morte. Neste filme temos dois desastrados agentes do FBI que se vêem obrigados a proteger duas jovens e louras herdeiras de uma ameaça de rapto. E qual a melhor maneira de as proteger, do que se fazerem passar por elas, com todas as situações hilárias e equívocos que isso possa provocar. Temos assim um filme despretensioso e divertido, recomendado para uma sexta à noite ou simplesmente para uma reunião de amigos.
Ainda não vi, mas...
Você é "E sua mãe também" de Alfonso Cuaron. Você é imaturo e despretencioso. Mas consegue se divertir e como!!
Faça você também Que bom filme é você? Uma criação de
terça-feira, novembro 16, 2004
20 Anos Live Aid15 Anos The Wall
A semana passada relembraram-se dois dos mais memoráveis concertos musicais da história: o Live Aid (há 20 anos) e o The Wall (após a queda do muro de Berlim, há 15 anos). É claro que não estive presente em nenhum deles, mas fui uma dos milhões de pessoas que por todo o mundo assistiu às suas transmissões na televisão. Foram dois concertos que marcaram uma geração, ou talvez mais, mas creio que pelo menos a geração que agora está entre os trintas e quarentas os relembra e revê com certa nostalgia.
Quando Live Aid foi transmitido era ainda uma criança, mas recordo-me perfeitamente dos meus irmãos (dez e oito anos mais velhos que eu) ficarem presos em frente à tv. De imagens concretas, lembro-me do extravagante fato do Bob Geldof.
Já do The Wall Live in Berlin tenho uma memória bem mais presente. Lembro-me de achar tudo aquilo avassalador e extraordinário. O que me levou a visitar recorrentemente a minha gravação VHS do concerto. Sim, ainda sou do tempo do VHS…
A verdade é que tudo isto me lembrou todos aqueles e-mails que recebemos ocasionalmente sobre tudo o que os jovens que agora têm 18 anos perderam. A verdade é que eles podem ter os Rock in Rio, mas nós temos outras memórias e eu sinceramente não as troco.
Cats
Pois é! Eu fui umas das pessoas a estar na plateia a aplaudir este grande musical. Depois de julgar que não tinha bilhetes, houve alguém que me surpreendeu e muito bem. Então lá fui eu ver os mais famosos gatos do mundo. Julgo eu!
Apesar de conhecer as canções e a história de outras audições, não deixa de ser mágico ver the real thing ao vivo.
Mas mais do que as minhas palavras deixo-vos uma das mais belas canções de musicais…
Midnight, not a sound from the pavement
Has the moon lost her memory?
She is smiling alone
In the lamplight, the withered leaves collect at my feet
And the wind begins to moan
Memory, All alone in the moonlight
I can smile at the old days
I was beautiful then
I remember the time I knew what happiness was
Let the memory live again
Every streetlamp seems to beat
A fatalistic warning
Someone mutters and the street lamp gutters
And soon
It will be morning
Daylight
I must wait for the sunrise
I must think of a new life
And I mustn't give in.
When the dawn comes, tonight will be a memory too
And a new day will begin
Burnt out ends of smoky days
The stale cold smell of morning
The streetlamp dies, another night is over
Another day is dawning...
Optional verse:
Sunlight through the trees in summer,
endless masquerading...
Like a flower, as the day is breaking,
The memory is fading...
Touch me,
It's so easy to leave me
All alone with my memory
Of my days in the sun...
If you touch me, you'll understand what happiness is
Look, a new day has begun.
Apesar de conhecer as canções e a história de outras audições, não deixa de ser mágico ver the real thing ao vivo.
Mas mais do que as minhas palavras deixo-vos uma das mais belas canções de musicais…
Midnight, not a sound from the pavement
Has the moon lost her memory?
She is smiling alone
In the lamplight, the withered leaves collect at my feet
And the wind begins to moan
Memory, All alone in the moonlight
I can smile at the old days
I was beautiful then
I remember the time I knew what happiness was
Let the memory live again
Every streetlamp seems to beat
A fatalistic warning
Someone mutters and the street lamp gutters
And soon
It will be morning
Daylight
I must wait for the sunrise
I must think of a new life
And I mustn't give in.
When the dawn comes, tonight will be a memory too
And a new day will begin
Burnt out ends of smoky days
The stale cold smell of morning
The streetlamp dies, another night is over
Another day is dawning...
Optional verse:
Sunlight through the trees in summer,
endless masquerading...
Like a flower, as the day is breaking,
The memory is fading...
Touch me,
It's so easy to leave me
All alone with my memory
Of my days in the sun...
If you touch me, you'll understand what happiness is
Look, a new day has begun.
Finjo não saber
Finjo não saber o vazio que me roi a alma
Escondo-me nas noites inconsequentes
No álcool libertador de qualquer pensamento
Na ressaca que me impede de pensar
Passo de hora em hora na ilusão
De que algo me preenche
Mas só eu preencho um espaço
Um ponto minúsculo, infímo
Impossível de conter um traço que seja
Um traço de criatividade
Uma curva de dúvida
Um acento de certeza
Impeço-me de parar
Porque inevitavelmente
Percebo o nada que sou
E não consigo fugir
À opressão do vazio.
Escondo-me nas noites inconsequentes
No álcool libertador de qualquer pensamento
Na ressaca que me impede de pensar
Passo de hora em hora na ilusão
De que algo me preenche
Mas só eu preencho um espaço
Um ponto minúsculo, infímo
Impossível de conter um traço que seja
Um traço de criatividade
Uma curva de dúvida
Um acento de certeza
Impeço-me de parar
Porque inevitavelmente
Percebo o nada que sou
E não consigo fugir
À opressão do vazio.
sexta-feira, novembro 12, 2004
Mas porque é que haveria de ler?
Toda a gente que me conhece sabe, ou acaba por saber, que gosto muito de ler e leio com alguma frequência. Então, digamos que a pergunta de teor literário mais frequente nos últimos tempos tem sido qualquer coisa do género: já leste o Código Da Vinci? E quando eu respondo não, as pessoas ficam espantadas. Aliás, a indagação posterior costuma ser: mas gostas tanto de ler e ainda não leste este, dizem que é muito bom.
Há que esclarecer umas coisas: já não ando na escola, logo não tenho leituras obrigatórias; o meu trabalho não implica a leitura de qualquer obra literária; e, por último mas não menos importante, o facto de um livro ser um grande sucesso editorial não me obriga em nada a lê-lo.
Gosto de ver que as pessoas estão a aderir ao livro, porque acho a leitura um exercício bastante importante. E é melhor que leiam o Código Da Vinci do que jornais sensacionalistas e revistas cor-de-rosa. Pelas críticas e comentários que já li, o livro parece ser bastante apelativo e apresenta uma boa técnica de suspense, que aliada à temática abordada são realmente os ingredientes para um grande sucesso.
Relativamente à celeuma que envolve a sua temática (uma desconstrução de certas ideias que serviram de pilar à igreja católica e aos seus dogmas) não é o que mais me apela, porque não é a primeira vez que eu leio ou vejo qualquer filme ou documentário sobre o assunto. Ou seja, o livro poder-me-á dar novas perspectivas mas o tema em si não é novo.
Quanto ao facto de que toda a gente o lê não implica que eu também o faça. Uma das coisas que mais me dá prazer é chegar às minhas prateleiras ou a uma livraria e pegar num livro que me seduza naquele momento. Seja porque gosto do autor, seja porque a história me parece interessante. É um daqueles prazeres e direitos dos quais não abdico: seguir a minha intuição e ler aquilo que em principio me vai dar algo de novo. Por isso, prefiro continuar a seguir o meu solitário e egoísta caminho de enriquecimento e prazer pessoal.
Já lá dizia o poeta: não sei por onde vou, mas sei que não vou por aí.
Há que esclarecer umas coisas: já não ando na escola, logo não tenho leituras obrigatórias; o meu trabalho não implica a leitura de qualquer obra literária; e, por último mas não menos importante, o facto de um livro ser um grande sucesso editorial não me obriga em nada a lê-lo.
Gosto de ver que as pessoas estão a aderir ao livro, porque acho a leitura um exercício bastante importante. E é melhor que leiam o Código Da Vinci do que jornais sensacionalistas e revistas cor-de-rosa. Pelas críticas e comentários que já li, o livro parece ser bastante apelativo e apresenta uma boa técnica de suspense, que aliada à temática abordada são realmente os ingredientes para um grande sucesso.
Relativamente à celeuma que envolve a sua temática (uma desconstrução de certas ideias que serviram de pilar à igreja católica e aos seus dogmas) não é o que mais me apela, porque não é a primeira vez que eu leio ou vejo qualquer filme ou documentário sobre o assunto. Ou seja, o livro poder-me-á dar novas perspectivas mas o tema em si não é novo.
Quanto ao facto de que toda a gente o lê não implica que eu também o faça. Uma das coisas que mais me dá prazer é chegar às minhas prateleiras ou a uma livraria e pegar num livro que me seduza naquele momento. Seja porque gosto do autor, seja porque a história me parece interessante. É um daqueles prazeres e direitos dos quais não abdico: seguir a minha intuição e ler aquilo que em principio me vai dar algo de novo. Por isso, prefiro continuar a seguir o meu solitário e egoísta caminho de enriquecimento e prazer pessoal.
Já lá dizia o poeta: não sei por onde vou, mas sei que não vou por aí.
Erramos
Erramos
De lugar em lugar
De momento em momento
De pessoa em pessoa.
Vagamos os lugares
Escoamos os momentos
Passamos as pessoas
Tudo fugaz
Inconstante, impreciso
Sem sabermos nunca
Um destino coerente
Um porto seguro
Perdidos
No Inverno gélido
Protegidos pelo sintético
Que não aquece a alma
Nem o coração.
De lugar em lugar
De momento em momento
De pessoa em pessoa.
Vagamos os lugares
Escoamos os momentos
Passamos as pessoas
Tudo fugaz
Inconstante, impreciso
Sem sabermos nunca
Um destino coerente
Um porto seguro
Perdidos
No Inverno gélido
Protegidos pelo sintético
Que não aquece a alma
Nem o coração.
quinta-feira, novembro 11, 2004
Crentes no regresso dos segundos
Os segundos que tardam em passar
São perdidos na ignorância.
Voltam jamais e nada fizeram
É ilusão o relógio na parede
Na sua marcha repetitiva
Faz-nos crer
Que o tempo vai e volta
Mas o seu monótono percurso
É ludibriado a cada momento
Os números repetem-se
Mas nunca os segundos
Mal espreitam, mal fogem
E não retornam
Nunca
Ao ponto de partida
E enganados vamos
Crentes no regresso
Dos segundos perdidos
Como que por magia
Quando o momento por fim surge
Quando o tempo é necessário
Por gozo, crueldade mesmo
Insiste em partir
Mais rápido ainda
Do que já partido tinha.
São perdidos na ignorância.
Voltam jamais e nada fizeram
É ilusão o relógio na parede
Na sua marcha repetitiva
Faz-nos crer
Que o tempo vai e volta
Mas o seu monótono percurso
É ludibriado a cada momento
Os números repetem-se
Mas nunca os segundos
Mal espreitam, mal fogem
E não retornam
Nunca
Ao ponto de partida
E enganados vamos
Crentes no regresso
Dos segundos perdidos
Como que por magia
Quando o momento por fim surge
Quando o tempo é necessário
Por gozo, crueldade mesmo
Insiste em partir
Mais rápido ainda
Do que já partido tinha.
terça-feira, novembro 09, 2004
Ó Pra Mim
Friends Quiz
YOU’RE CHANDLER MURIEL BING – Bing! You’re the entertainer among your friends, and they always look to you when they need some laughs to cheer them up. Although some might see you as a little too soft, that’s just because you love and trust your friends so much. You’re not that much of a wild, party person, and really all that’s required to make you happy is a good pal who’ll listen to you. You love making jokes, and although no one laughs at them sometimes, your friends know they can rely on you for some icebreakers here and there. You’re loyal, you’re compassionate, you’re our Chan-Chan person, and even though they might not show it, your friends love you for all those things!
Who Wants to Live Forever, Queen
There's no time for us
There's no place for us
What is this thing that builds our dreams
yet slips away from us
Who wants to live forever
Who wants to live forever....?
There's no chance for us
It's all decided for us
This world has only one sweet moment set aside for us
Who wants to live forever
Who wants to live forever?
Who dares to love forever?
When love must die
But touch my tears with your lips
Touch my world with your fingertips
And we can have forever
And we can love forever
Forever is our today
Who wants to live forever
Who wants to live forever?
Forever is our today
Who waits forever anyway?
There's no place for us
What is this thing that builds our dreams
yet slips away from us
Who wants to live forever
Who wants to live forever....?
There's no chance for us
It's all decided for us
This world has only one sweet moment set aside for us
Who wants to live forever
Who wants to live forever?
Who dares to love forever?
When love must die
But touch my tears with your lips
Touch my world with your fingertips
And we can have forever
And we can love forever
Forever is our today
Who wants to live forever
Who wants to live forever?
Forever is our today
Who waits forever anyway?
sábado, novembro 06, 2004
Vais…?
Vais sacrificar o quê?
Vais ceder em quê?
Vais doar o que?
Vais permitir-te receber o quê?
Vais deixar cair que defesas?
Vais ouvir o quê?
Vais partilhar que momentos?
Vais contar que histórias?
Vais abrir o coração?
Vais Sarar que feridas?
Vais permitir-te amar?
Vais deixar-te fluir?
Vais aonde?
Queres chegar onde?
Vais ceder em quê?
Vais doar o que?
Vais permitir-te receber o quê?
Vais deixar cair que defesas?
Vais ouvir o quê?
Vais partilhar que momentos?
Vais contar que histórias?
Vais abrir o coração?
Vais Sarar que feridas?
Vais permitir-te amar?
Vais deixar-te fluir?
Vais aonde?
Queres chegar onde?
Don´t Dream is Over, C. House
There is freedom within, there is freedom without
Try to catch the deluge in a paper cup
There's a battle ahead, many battles are lost
But you'll never see the end of the road
While you're travelling with me
Hey now, hey now
Don't dream it's over
Hey now, hey now
When the world comes in
They come, they come
To build a wall between us
We know they won't win
Now I'm towing my car, there's a hole in the roof
My possessions are causing me suspicion but there's no proof
In the paper today tales of war and of waste
But you turn right over to the T.V. page
Hey now, hey now
Don't dream it's over
Hey now, hey now
When the world comes in
They come, they come
To build a wall between us
We know they won't win
Now I'm walking again to the beat of a drum
And I'm counting the steps to the door of your heart
Only shadows ahead barely clearing the roof
Get to know the feeling of liberation and release
Hey now, hey now
Don't dream it's over
Hey now, hey now
When the world comes in
They come, they come
To build a wall between us
Don't ever let them win
Try to catch the deluge in a paper cup
There's a battle ahead, many battles are lost
But you'll never see the end of the road
While you're travelling with me
Hey now, hey now
Don't dream it's over
Hey now, hey now
When the world comes in
They come, they come
To build a wall between us
We know they won't win
Now I'm towing my car, there's a hole in the roof
My possessions are causing me suspicion but there's no proof
In the paper today tales of war and of waste
But you turn right over to the T.V. page
Hey now, hey now
Don't dream it's over
Hey now, hey now
When the world comes in
They come, they come
To build a wall between us
We know they won't win
Now I'm walking again to the beat of a drum
And I'm counting the steps to the door of your heart
Only shadows ahead barely clearing the roof
Get to know the feeling of liberation and release
Hey now, hey now
Don't dream it's over
Hey now, hey now
When the world comes in
They come, they come
To build a wall between us
Don't ever let them win
sexta-feira, novembro 05, 2004
Piratas das Caraíbas – A Maldição do Pérola Negra
Este é o regresso a um género que fez as minhas delícias na infância. Quantos Domingos à tarde não me deliciei a ver filmes de capa e espada na RTP1. Com o Errol Flynn, o Stewart Granger, e outros cujo nome nunca soube.
A verdade é que me diverti a ver este Piratas das Caraíbas. Tem algumas cenas de espada muito engraçadas, especialmente uma entre o J. Depp e o O. Bloom, interpretações jeitosas e uma história minimamente coerente e pontuada por bons momentos de acção. Gostei muito da personagem do J.Depp e só agora percebi o porquê da sua nomeação aos Óscares.
É um bom filme de Domingo à tarde.
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